“(...) não existem modelos preconcebidos para se trabalhar na escola, mas “princípios norteadores de uma prática a serviço da superação da exclusão, da estigmatização e da desigualdade (...)”
A atuação do psicólogo escolar na Educação Infantil,
assim como em outras áreas, vem sendo discutida a partir do crescimento das
demandas nas diferentes instituições sociais. Consequentemente, o profissional
de psicologia ao repensar seu modo de atuação, busca novas perspectivas para
sua intervenção e questiona o conhecimento psicológico e seus instrumentos
tradicionais, adaptando-os aos novos contextos, levando em consideração as limitações
inerentes às instituições.
Segundo Patto (1984), a psicologia escolar tem como base
do seu desenvolvimento os estudos que deram origem ao nascimento da psicologia
como ciência com uma demanda de prover conceitos e instrumentos “científicos”
de medida. A primeira função desempenhada pelos psicólogos na escola foi a
mensuração das habilidades e classificações das crianças quanto à capacidade de
aprender e de progredir nos estudos. Além disso, outra forma de atuação adotada
pelos psicólogos na escola foi a de orientação basicamente clínica no sentido
de diagnóstico e tratamento de distúrbios.
Ao reconhecer a importância da psicologia no contexto
escolar, junto aos alunos, às suas famílias e aos professores, Souza (1997)
aponta a necessidade de mudança na atuação do psicólogo. Historicamente, ele
vem desenvolvendo suas atividades pautado na individualidade do aluno e na
queixa do professor da falta de condições de trabalho e das deficiências e
dificuldades de aprendizagem das crianças. Dessa forma, as relações sociais
existentes na escola não são consideradas como constituintes dos processos de desenvolvimento
e aprendizagem.
Souza (2000) afirma que não existem modelos preconcebidos
para se trabalhar na escola, mas “princípios norteadores de uma prática a
serviço da superação da exclusão, da estigmatização e da desigualdade” (p.136).
Sayão e Guarido (1997) também salientam a necessidade da mudança do foco da
atuação do psicólogo escolar, para não ser restrito à orientação psicológica
sobre as crianças, mas envolver os aspectos da relação entre a equipe e os
educadores, contemplando os conflitos, as insatisfações e contradições
inerentes às práticas sociais. A partir das ideias dessas autoras, podemos
apontar como “princípios norteadores” dessa prática os seguintes pontos:
trabalho com os professores; a etnografia como metodologia;
interdisciplinaridade; trabalho junto às famílias; e trabalho com a criança.
O psicólogo escolar deve ter como objetivo junto aos
professores encorajá-los a desenvolver cada vez mais um papel ativo no processo
educacional. Nesse processo, é imprescindível a estimulação do pensamento
crítico, a fim de uma melhor compreensão da sua atuação profissional.
De acordo com a proposta da educação libertadora de
Freire (1986), a prática educativa deve ser problematizadora, realizando a
superação entre as contradições existentes nas relações professor-aluno. Neste
caso, a investigação é realizada de forma crítica, possui caráter reflexivo e
realiza um constante desvelamento da realidade. A prática crítica contribui
para o diálogo, para a criatividade e para a desmistificação de estigmas nas
relações pedagógicas.
Vários autores vêm estudando a questão da formação do
professor. Oliveira (2001) e Pedroza (2003) entendem essa formação em termos
dos processos de desenvolvimento pessoal do educador, levando em consideração
seus valores, crenças, hábitos, atitudes e formas de se relacionar.
Enfatiza-se, portanto, a necessidade de uma formação psicológica, a fim de
desenvolver recursos de personalidade que promovam uma maior sensibilidade,
criatividade e segurança, que possibilitem uma atuação em que o professor
assuma as próprias contradições e as da escola e busque a construção do novo.
Além disso, é preciso garantir com esses profissionais um espaço para reflexão
de sua prática educativa. O psicólogo escolar ao contribuir para a formação
pessoal do professor, numa perspectiva teórica e metodológica, possibilita a
compreensão das relações de extrema complexidade e contradição que envolvem o
cotidiano da escola.
Novas metodologias devem ser empregadas a fim de
contemplar os fenômenos históricos existentes na escola. Para Machado e Souza
(1997) o psicólogo escolar, ao invés de realizar anamnese familiar ou utilizar
predominantemente testes, deveria conhecer como o professor entende os
problemas do aluno, colher informações sobre a sala de aula e a história
escolar de cada criança.
Souza (1997) nos fornece sugestões de métodos
etnográficos na área educacional que visam estudar a vida diária na escola, as
redes de relações e a maneira como os educadores concebem a sua atuação. Dessa
forma, a autora sugere uma convivência com as crianças e com a escola, a partir
de observação participante, entrevistas abertas, visitas domiciliares e
participação em espaços lúdicos, com objetivos de estabelecer vínculo de
confiança, criar possibilidades de escuta e oportunidades de dar voz aos educadores
e aos alunos.
Esses espaços são preconizados por diversos autores como
sendo essenciais para que os membros da escola expressem seus conflitos,
repensem as relações hierárquicas e busquem determinantes históricos para os
fenômenos escolares (Mamede, 2001; Aragão, 2001; Souza, 1997; Sayão &
Guarido, 1997; Machado, 2000). Criam-se condições para o estabelecimento de
trocas de ideias e promoção de mudanças de atuação frente às dificuldades
relacionais. Sendo assim, os autores do presente estudo consideram a
metodologia etnográfica mais adequada no trabalho do psicólogo escolar porque
contribui para evitar a fixação de ideologias naturalizantes e de discursos
institucionalizados e cristalizados, além de permitir inovações pedagógicas,
por meio da reflexão e do diálogo.
Propõe-se a construção de uma intensa interseção entre os
diversos saberes que possam contribuir para a compreensão dos fenômenos
escolares, criando e desenvolvendo um espaço interdisciplinar, em especial,
entre a Psicologia e a Pedagogia. As relações entre essas diferentes áreas
podem parecer óbvias; no entanto, são complexas e envolvem vários aspectos,
tanto concordantes como de oposição. A posição da psicologia na sua relação com
a pedagogia tem sido muitas vezes de autoridade, ultrapassando os limites de
sua competência. Conforme preconizado por Wallon (1937), não é função da
psicologia normatizar a ação pedagógica, como também não é ação pedagógica uma
aplicação da psicologia. A presença do psicólogo no dia a dia da escola
constitui-se de grande necessidade para criar espaços de diálogo e reflexão a
fim de contribuir para a construção de uma escola mais democrática. A presença
dos diferentes profissionais deve ser de complementaridade e não de exclusão
(Pedroza, 2003).
A escola deve reconhecer a importância da família na
constituição do sujeito, sem, no entanto, considerá-la como a única
determinante dessa constituição. O trabalho junto às famílias deve questionar a
atribuição das causas dos problemas de aprendizagem à dinâmica familiar.
Família e escola não podem ser vistas como momentos de oposição ou de disputa
na educação das crianças. São instituições diferentes e necessárias na
constituição do sujeito, exigindo, pois, uma relação de apoio sem transferência
de responsabilidades. Para Machado (2000), no trabalho junto aos pais, o
psicólogo ao explicar e defender os objetivos educacionais, não deve impor sua
visão de educação, mas orientá-los no sentido do entendimento da sua
intervenção, possibilitando a formação de grupos de expressão e comunicação,
para um melhor conhecimento da realidade da criança.
O psicólogo escolar deve atuar junto à criança de forma
problematizadora, dando-lhe voz a fim de construir sentidos históricos aos
fenômenos que a envolvem, como queixas de comportamento, dificuldades de
socialização, etc. A culpabilização do sujeito tem sido uma tendência de tornar
natural aquilo que é historicamente determinado.
O trabalho a ser desenvolvido pelo psicólogo deve ter
como objeto as relações nas quais a criança circula. No entanto, existem
crianças que precisam de atendimento individual pois podem estar sofrendo ou
até mesmo encontrarem-se paralisadas. Contudo, não é possível estabelecer-se
uma relação direta de causa e efeito entre as dificuldades escolares e suas
capacidades (Machado, 2000). Uma outra possibilidade de atuação do psicólogo
junto à criança é promover atividades verticais, que envolvam grupos de idades
variadas. De acordo com Mamede (2001), esse tipo de atividade favorece trocas
entre os adultos e as crianças e entre as próprias crianças, exigindo um
ajustamento de seus comportamentos e aprendizados, o que contribui para o
processo de desenvolvimento.
Assim sendo, a partir desses “princípios norteadores”,
entendemos que o papel do psicólogo na escola, desde a Educação Infantil,
ultrapassa as funções tradicionalmente atribuídas, tais como, medir habilidades
e classificar crianças quanto à capacidade de aprender e de progredir pelos
vários graus escolares. Ele passa a exercer as funções de: consultor,
especialista em educação, ergonomista, modificador do comportamento,
pesquisador, estendendo sua ação à comunidade, conforme apresentado em Patto
(1984). Dessa forma, a atuação do psicólogo escolar não se limita a uma ação
psicometrista e clínica, no sentido de diagnóstico e tratamento, a serviço de
uma ideologia de ajustamento, de eficiência, de prevenção, de adaptação e de
alienação.
Pode-se acrescentar ainda sugestões para a atuação do
psicólogo em instituição escolar, vistas em Meira (2000), tais como: contribuir
com a construção e/ou manutenção de uma gestão escolar democrática viabilizando
um trabalho coletivo e solidário; ampliar a participação da comunidade na
escola; e auxiliar na escolha de materiais didáticos que estimulem o pensamento
crítico e criativo dos alunos. De acordo com o exposto sobre o desenvolvimento
infantil, segundo Wallon (1937), o psicólogo, junto com os educadores, deve
procurar entender esse processo na sucessão das etapas e dos conflitos
provocados pelas crises que pontuam o crescimento. Essa etapa do
desenvolvimento na Educação Infantil compreende o movimento da construção do eu
psíquico e o entendimento desse processo deve auxiliar os educadores no
cotidiano da sua prática pedagógica.
Tendo em vista a importância da atuação da Psicologia
Escolar nesse nível de escolarização, objetivou-se com o presente trabalho
entrar em contato com a prática educativa de uma instituição de Educação
Infantil a fim de investigar o papel do psicólogo escolar.
MÉTODO
Participantes
Psicóloga escolar que atua em uma escola de Educação
Infantil no Plano Piloto de Brasília, que funciona como uma Associação de pais
e professores, sem fins lucrativos. Foi fundada em 1982 por um grupo de pais
insatisfeitos com o modelo tradicional existente de pré-escola. Pela ligação
com os novos movimentos culturais da época, ficou conhecida pela expressão
“escola alternativa”. A estrutura administrativa da Associação tem como
instância soberana a Assembleia Geral de todos os associados; uma Diretoria
Executiva eleita anualmente, composta pelos associados; Conselhos Fiscal e
Pedagógico; e Comissões de Trabalhos (Espaço Físico, Higiene e Saúde, Eventos,
Comunicação e o “Pequenas Notas”, que é um informativo mensal). A equipe
profissional conta com 24 professores, com formação ou em processo de formação
acadêmica em diferentes áreas do conhecimento; duas coordenadoras (Psicóloga e
Pedagoga); sete colaboradores na equipe de apoio, uma secretária e uma administradora.
A escola funciona nos períodos matutino e vespertino, com 12 turmas, sendo 6 em
cada período. Atende a 126 alunos e o máximo por sala é de 16 crianças. As
turmas, todas com dois professores, são denominadas de Ciclos correspondentes
às idades de dois a seis anos.
Instrumentos
Roteiro de entrevista semiestruturada; gravador de áudio;
notas de campo.
Procedimento
A fim de conhecer o trabalho desenvolvido pela psicóloga
da escola foram realizadas três entrevistas e sete observações em diferentes
tipos de atividades da rotina escolar.
A primeira entrevista foi realizada com a psicóloga e
teve por objetivo levantar informações sobre sua formação profissional e sua
atuação na escola. A entrevista aconteceu no galpão da escola e foi registrada
em áudio e posteriormente transcrita. A segunda entrevista foi realizada com a
administradora objetivando levantar dados acerca da estrutura organizacional e
funcionamento da Associação. Por último, foi entrevistada a coordenadora
pedagógica para conhecer o funcionamento e as atividades desenvolvidas por
todos os profissionais da escola.
As observações foram feitas em diferentes momentos: duas
na sala de aula (roda de histórias, trabalho corporal, atividades plásticas,
utilização de combinados); duas no parque e uma de atividade vertical (lanche
coletivo, colagem de bandeirinhas para festa junina). Além disso, observaram-se
duas reuniões de professores com a psicóloga e a construção conjunta entre
professores e psicóloga de texto sobre a agressividade infantil.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
De acordo com a publicação da Associação Pró - Educação
Vivendo e Aprendendo (1999) e com o que foi observado na escola, podemos
constatar que o principal objetivo da escola é desenvolver as potencialidades
da criança, no que diz respeito aos aspectos físico, intelectual, psicológico,
afetivo, motor, artístico e social, valorizando suas formas de expressão e
ajudando-a a se sentir mais segura e feliz. Além desse objetivo, a escola visa
a criação de condições para a socialização, a autonomia e o equilíbrio emocional
da criança. Proporcionase a especulação e exploração dos materiais apropriados
ao desenvolvimento da criança, integrando sociabilidade, representação e
organização do pensamento, através da expressão verbal, corporal e criadora.
O embasamento teórico da proposta pedagógica da escola
foi sendo desenvolvido a partir das contribuições das teorias sócioculturais,
passando pela influência do construtivismo e da psicanálise. Atualmente, existe
uma forte presença das idéias de Wallon (1937) sobre o desenvolvimento da
criança. Um dos princípios básicos da escola é o respeito à capacidade de
responsabilidade da criança. Para tanto, antes do estabelecimento de regras,
tudo é combinado entre professores e crianças. Os combinados são resgatados a
cada situação de conflito ou de transgressão às regras, procurando-se o
estabelecimento dos limites e das possibilidades de relações crianças-adultos e
crianças-crianças. O professor encoraja a empatia, o colocar-se no lugar do
outro, a conversa e estimula a expressão do “eu não gostei”. Aos poucos, a
criança internaliza formas de lidar com situações de conflito baseadas nas
noções de respeito e justiça, se tornando mais autônoma para superá-las.
Nesse contexto, verificou-se que o professor exerce um
papel de organizador das relações sociais no espaço educativo, além de
estimular as experiências do grupo, acompanhando as transformações deste,
conforme proposto por vários autores.(Kramer, 2000; Sayão & Guarido,1999).
Os professores procuram dar oportunidades às crianças de manifestarem suas
opiniões, decidirem o que fazer, desde a arrumação da sala até a disciplina do
próprio grupo. Tudo isso é feito dentro de uma rotina que compreende uma atividade
de concentração seguida de uma de expansão. Uma vez por semana as turmas se
encontram no parque e fazem um lanche coletivo e uma atividade vertical, comum
a todas as turmas. Ao proporcionar uma rotina com base no conhecimento do ritmo
da criança, próprio ao seu estágio de desenvolvimento, coloca-se a questão do
outro, do grupo, do social e da relação com os colegas e com os professores. A
rotina é um limite e um caminho que indica uma outra forma de satisfação das
necessidades da criança (Rego, 1996). Ela conhece o espaço da escola, seu
limite físico e social e suas regras de relacionamento. Sendo assim, auxilia-se
a organização do seu pensamento, possibilitando planejar ações a serem
realizadas futuramente, imaginar eventos e a lidar com ações sequenciais.
As crianças são avaliadas diariamente por meio da
observação e registro no diário do professor. São feitos relatórios individuais
e do grupo que são entregues bimestralmente aos pais e discutidos em reuniões,
com a presença da coordenadora pedagógica e da psicóloga. A atuação da
psicóloga nesse contexto consiste no trabalho em equipe pedagógica, composta
pelos professores, coordenadora pedagógica e equipe de apoio. A partir da
entrevista com a psicóloga, verificamos que sua atuação é permeada pelos ideais
da escola e pela utilização de várias áreas da psicologia, tais como:
desenvolvimento, clínica, psicologia escolar propriamente dita e
organizacional. Como referencial teórico, ela aponta o construtivismo de
Piaget, a perspectiva sócio-histórica de Vygotsky e de Wallon e contribuições
da psicanálise. Esses vários conhecimentos são utilizados para dar conta da
complexidade que envolve o seu trabalho, visto que atua diretamente com as
crianças, com os professores, com os pais, com a comunidade e com a equipe
pedagógica.
Com formação na Universidade de Havana, Cuba, e validação
do diploma pela Universidade de Brasília, a psicóloga vem atuando na escola
desde 2001, com uma carga horária de 25 horas semanais. As atividades
desenvolvidas pela psicóloga relatadas na entrevista foram:
Observações em sala de aula
Como metodologia de trabalho, a psicóloga utiliza-se da
observação participante para colher informações sobre a sala de aula e a
história escolar de cada criança. Essas observações são realizadas de forma
assistemática. Essa metodologia está de acordo com o apresentado anteriormente
no item sobre etnografia (Machado & Souza,1997). Nessas observações, são
levados em consideração diversos aspectos, enfatizando-se as relações com os
adultos e com os colegas, as atividades pedagógicas, a sociabilidade e o
desenvolvimento psicomotor e emocional da criança. É a partir das informações
resultantes dessas observações que a psicóloga faz o seu planejamento de
atuação junto à equipe pedagógica.
Orientação de professores
Com o objetivo de auxiliar no desenvolvimento de sua
prática pedagógica, a psicóloga promove discussões com os professores sobre
diferentes temas que surgem no dia-a-dia escolar, tais como, limites, atuações
criativas e autoritarismo do professor. De acordo com os “princípios
norteadores” referidos anteriormente neste trabalho, constatamos que sua
atuação promove a formação continuada e pessoal do professor, como propõem
Oliveira (2001) e Pedroza (2003), e possibilita a problematização e
questionamento dos conflitos existentes nas relações com os alunos e toda a
comunidade escolar. A psicóloga, nessas discussões, também relaciona as
atividades pedagógicas com os aspectos do desenvolvimento infantil ao
questionar seus objetivos e a sua relevância para o grupo e para cada criança
individualmente.
Nessas reuniões, a psicóloga cria um espaço de escuta e
acompanhamento do cotidiano do professor, propiciando um conhecimento de suas
necessidades. Além dessas reuniões com a dupla de professores, também são
realizados encontros quinzenalmente à noite para reunir a equipe pedagógica.
Nesse momento, são levantados temas para realização de palestras, discussões
sobre leituras de textos previamente indicados e planejamento das atividades
pedagógicas, festivas e da Associação.
Atendimento individualizado de criança
A partir da rotina de trabalho de observação em sala de
aula, com o objetivo de conhecer as relações estabelecidas na turma, pode-se
verificar uma necessidade de atendimento individual a uma determinada criança.
Esse atendimento é realizado por meio do diálogo, da utilização de desenhos e
de brincadeiras que permitem à criança expressar possíveis sofrimentos ou
dificuldades de socialização. Dessa maneira, a psicóloga atua de forma
problematizadora, conforme apontado por diversos autores (Machado, 2000; Mamede,
2001; Meira, 2000). Quando a demanda transcende o trabalho da psicóloga no
espaço escolar, ela encaminha ao profissional especialista, por exemplo,
psiquiatra, neurologista, fonoaudiólogo.
Atendimento aos pais
Ao matricular um filho na escola, os pais são chamados
para uma entrevista com a psicóloga com o objetivo de promover a integração da
escola com a família. Nessa entrevista, é criado um espaço onde os pais podem
relatar a história de vida da criança e a dinâmica da família e expressar suas
expectativas em relação à escola. Nesse momento, os pais são incentivados a
contribuir nas atividades da escola, de acordo com seus interesses
profissionais, e são convidados a participar de uma das Comissões da Associação.
Além dessas entrevistas iniciais, a psicóloga atende os
pais para orientações sobre demandas trazidas pelos professores ou mesmo a
pedido da família; também indica leituras para os pais, de acordo com as
necessidades. Desse modo, nota-se que o trabalho realizado pela psicóloga
contempla a visão de que família e escola devem ser vistas como momentos de
união que assumem conjuntamente as responsabilidades pela formação das crianças
(Machado, 2000).
Reunião pedagógica bimestral
Os relatórios individuais e de grupo são discutidos nas
reuniões bimestrais, junto com os professores, os pais e a coordenadora
pedagógica e a psicóloga, que circulam nos diferentes Ciclos. A participação da
psicóloga é relatada como uma atividade fundamental para o conhecimento do
desenvolvimento da criança e do grupo. Também se torna um momento de
intervenção para a formação dos pais, principalmente em relação ao projeto
pedagógico proposto pela escola.
A psicóloga comenta que há frequentemente dúvidas e
anseios sobre o papel da Educação Infantil, especialmente no que se refere ao
processo de alfabetização. Esses anseios refletem a preocupação dos pais
focalizada apenas no desenvolvimento cognitivo, representado como sendo a
função mais importante da escola. Ao trabalhar com a concepção de
desenvolvimento total, torna-se necessário um trabalho de esclarecimento de
questões relacionadas aos diferentes aspectos da formação da pessoa, como o
psicomotor, a cognição, o afeto e o relacional. Nesse sentido, o processo de
alfabetização é visto, nessa proposta, como integrado a todos esses processos.
A psicóloga relatou que a única dificuldade vivenciada na
sua atuação é a grande demanda de trabalho, uma vez que sua permanência na
escola não é de tempo integral. Em relação às atividades desenvolvidas, não se
queixa, pois percebe um amplo reconhecimento por toda a equipe da importância
do papel do psicólogo escolar. Mesmo assim, a psicóloga considera necessário
ter sempre clara a definição do seu trabalho, fundamentando sua atuação nas
teorias que construíram a proposta pedagógica da escola.
Foi possível observar dois encontros da psicóloga com o
grupo de professores, reunidos com a equipe pedagógica. No primeiro encontro, a
intervenção da psicóloga referiu-se a orientações sobre temas sugeridos pelos
professores, tais como comportamentos de alunos dentro e fora de sala de aula,
agitação, violência, além de dificuldades encontradas no dia a dia de sala de
aula, que vão desde a atuação pedagógica até a relação com a família. A
psicóloga forneceu orientações aos professores que abrangeram questões
relacionadas à necessidade de uma atuação mais criativa e menos autoritária em
sala de aula, a fim de transformar os acontecimentos cotidianos que geram
conflitos em momentos pedagógicos. Essa atuação condiz com as ideias de Wallon
(Pedroza, 1993). Também se discutiu a percepção dos professores sobre a falta
de comprometimento de alguns pais com a educação dos seus filhos bem como
estratégias para aumentar o vínculo deles com a escola. A queixa principal dos
professores diz respeito à frustração gerada pelo distanciamento da família,
que acarreta em uma construção de uma relação de cobrança mútua.
Outro assunto levantado foi a inclusão de alunos com
necessidades especiais. Os professores relataram as dificuldades encontradas em
flexibilizar sua prática docente para atender essas necessidades e pediam ajuda
para encontrar estratégias de intervenção em sala de aula assim como
encaminhamento a outros profissionais. Após a escuta dos problemas expostos
pelos professores, a psicóloga propôs uma discussão com a equipe a fim de
encontrar respostas a partir das experiências de cada profissional. Deixou claro
que as soluções para essas dificuldades seriam construídas no coletivo, nos
diferentes momentos, tais como as reuniões pedagógicas e os encontros
individuais com os professores que trouxeram aquela demanda específica e estudo
de textos sobre o assunto.
No segundo encontro, observou-se a construção grupal de
um texto sobre a agressividade infantil. Essa atividade explicita o caráter de
coletividade da equipe pedagógica. A psicóloga indicou uma bibliografia sobre o
tema para que os professores pudessem se preparar para a elaboração final do
texto. O tema da agressividade infantil suscitou a discussão sobre o papel do
professor como mediador, assim como o desenvolvimento da moral infantil e de
valores como justiça, regras e limites. Reconheceu-se a necessidade de acolher
as crianças envolvidas em uma situação de agressão, possibilitando o diálogo, a
verbalização dos fatos e das emoções, numa conversa sem julgamento e que
favoreça um espaço para se pensar alternativas de soluções que exclua o
confronto físico. Dessa maneira procura-se evitar rótulos de agressor e de
vítima e estimula-se a introjeção do “eu não gostei”. Foi discutida a
necessidade da postura do professor frente essa situação para não se envolver
emocionalmente, não assumir o papel de juiz e nem cristalizar o conflito. Foi
possível observar a constante lembrança da necessidade de se repetir os
“combinados” junto aos alunos, com o objetivo de reforçar as regras que regem
as relações na escola.
A construção desse texto em conjunto fornece uma
oportunidade de reflexão, de troca de experiências e de discussão entre os
profissionais da escola, em busca de soluções coletivas mediadas pela
intervenção da psicóloga escolar.
Tatiana Vokoy; Regina Lúcia Sucupira Pedroza
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VI – Coleção A bruxinha de mil caras ensina a viver melhor
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VII – Coleção Cidadania para crianças
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Livro 4: O menino que disse não ao bullying
Livro 5: Toda criança tem direitos
Livro 6: Vidas negras importam – nós queremos respirar
Livro 7: Lélis, o ratinho que afinava queijo
Livro 8: Educação de qualidade é direito das crianças
Livro 9: Respeitando as leis de trânsito a cidade fica legal
Livro 10: A união faz a força
Sustentabilidade ambiental
Livro 11: Um dos maiores tesouros da terra, a água
Livro 12: A preservação do meio ambiente
Livro 13: Dez maneiras de ajudar a preservar o meio ambiente
Livro 14: A árvore faz o meio ambiente sorrir
Livro 15: Os 5R – o jeito certo de dar ‘bom dia’ ao meio ambiente
Livro 16: O lixo, a coleta seletiva e a reciclagem
Livro 17: Lixo, o supervilão do meio ambiente
Livro 18: Com o saneamento básico o meio ambiente fica feliz
Livro 19: O dia em que a coruja de pintas brancas e as batatas cozidas derrotaram a poluição
Livro 20: Os tempos difíceis da quarentena
Democracia, liberdades e constituição
O ratinho Lélis explica:
Livro 21: O que é democracia?
Livro 22: O que são eleições
Livro 23: O que é política?
Livro 24: O que são partidos políticos?
Livro 25: Censura X Liberdade de expressão?
Livro 26: Ditadura X Liberdades individuais?
Livro 27: Redes sociais e democracia?
Livro 28: Minorias e democracia?
Livro 29: O que é abuso do poder econômico?
Livro 30: O que é demagogia?
Livro 31: O que é ética?
VIII – Coleção Mundo contemporâneo
Livro 1: O jacaré debate educação e oportunidades
Livro 2: O puma explica trabalho e renda
Livro 3: A anta luta contra o aquecimento global
Livro 4: O tucano denuncia a corrupção e os narcoterroristas
Livro 5: O bicho-preguiça e a migração
Livro 6: O sapinho Krock na luta contra a pandemia
Livro 7: A onça pintada enfrenta as queimadas na Amazônia e no Pantanal
Livro 8: A harpia confronta o racismo
Livro 9: A ariranha combate a pobreza e a desigualdade
Livro 10: O boto exige democracia e cidadania
IX – Coleção As mais belas lendas dos índios da Amazônia
Livro 1: Boitatá
Livro 2: O boto
Livro 3: O caipora
Livro 4: O cairara
Livro 5: A cidade encantada
Livro 6: O curupira
Livro 7: A galinha grande
Livro 8: O guaraná
Livro 9: Iara, a mãe d’água
Livro 10: O lobisomem
Livro 11: A mandioca
Livro 12: A princesa do lago
Livro 13: Saci-Pererê
Livro 14: O uirapuru
Livro 15: O velho da praia
Livro 16: O velho e o bacurau
Livro 17: A vitória-régia
Livro 18: O açaí
Livro 19: As amazonas
Livro 20: Mapinguari
Livro 21: Matinta Perera
Livro 22: Muiraquitã
Livro 23: O rio Amazonas
Livro 24: Anhangá
X – Coleção Filosofia para crianças
Livro 1: O que é filosofia?
Livro 2: A filosofia do amor
Livro 3: O aviãozinho feliz
Livro 4: O trenzinho feliz
Livro 5: A lagartinha feliz
Livro 6: A borboletinha feliz
Livro 7: O encontro com Pitágoras
Livro 8: A vida em um pinguinho de água
Livro 9: O pequeno ponto azul
Livro 10: Gentileza, o mel da vida
XI – Coleção Ciência e espiritualidade para crianças
Livro 1: Panda Zen e a menina azeda
Livro 2: Panda Zen e o verdadeiro valor
Livro 3: Panda Zen e as mudanças
Livro 4: Panda Zen e a Maria vai com as outras
Livro 5: Panda Zen e a estrelinha cintilante
Livro 6: Panda Zen e a verdade absoluta
Livro 7: Panda Zen e o teste das 3 peneiras
Livro 8: Panda Zen e os ensinamentos da vovó
Livro 9: Panda Zen e os cabelos penteados
Livro 10: Panda Zen e a magia da vida feliz
Livro 11: Panda Zen e as paixões enganosas
Livro 12: Panda Zen entre a reflexão e a ação
Livro 13: Panda Zen e o mais importante
Livro 14: Panda Zen, a gota e o oceano
Livro 15: Panda Zen e a indecisão
Livro 16: Panda Zen e o vaga-lume
Livro 17: Panda Zen e a busca da identidade
Livro 18: Panda Zen entre o arbítrio e a omissão
Livro 19: Panda Zen e o trabalho
Livro 20: Panda Zen e a falsa realidade
XII – Coleção Ensinando as crianças e seus papais a pensar
Livro 1: O segredo da felicidade
Livro 2: A gentileza pode tudo
Livro 3: A mulher bela e rica e sua irmã feia e pobre
Livro 4: O pequeno cachorro zen
Livro 5: O pequeno gato zen
Livro 6: O pequeno panda zen
Livro 7: O pequeno sapo zen
Livro 8: É melhor pensar antes de falar
Livro 9: Os desafios são necessários
Livro 10: A paz é a base de tudo
XIII – Amazon collection: the green paradise
Book 1 - The amazon rainforest
Book 2 - The jaguar (A onça pintada)
Book 3 - Macaw (Arara-canindé)
Book 4 - Golden Lion Tamarin
Book 5 - The button (O boto)
Book 6 - Frogs
Book 7 - Heron (Garça-real)
Book 8 - Swallowtail (Saí-andorinha)
Book 9 - Jacaretinga
Book 10 - Harpy
Book 11 - Tapir (Anta)
Book 12 - Snakes
Book 13 - Puma
Book 14 - Sloth (Bicho Preguiça)
Book 15 - Toucan (Tucano-toco)
Book 16 - Amazonian Caburé
Book 17 - Pisces
Book 18 - White-faced spider monkey
Book 19 - Irara
Book 20 - Red macaw
Book 21 - Otter (Ariranha)
XIV – The cutest pets on the planet collection
Book 1 - Black Eyes, the panda bear
Book 2 - The happy kitten
Book 3 - The aquarium fish
Book 4 - Doggy, man's best friend
Book 5 - The feneco
Book 6 - The rabbit
Book 7 - The chinchilla
Book 8 - The Greenland Seal
Book 9 - The dolphin
Book 10 - The owl
B - TEORIA TEATRAL, DRAMATURGIA E OUTROS
XV – ThM-Theater Movement:
Livro 1. O teatro popular de bonecos Mané Beiçudo: 1.385 exercícios e laboratórios de teatro
Livro 2. 555 exercícios, jogos e laboratórios para aprimorar a redação da peça teatral: a arte da dramaturgia
Livro 3. Amor de elefante
Livro 4. Gravata vermelha
Livro 5. Santa Dica de Goiás
Livro 6. Quando o homem engole a lua
Livro 7: Estrela vermelha: à sombra de Maiakovski
Livro 8: Tiradentes, o Mazombo – 20 contos dramáticos
Livro 9: Teatro total: a metodologia ThM-Theater Movement
Livro 10: Respiração, voz e dicção: para professores, atores, cantores, profissionais da fala e para os que aspiram a boa emissão vocal - teoria e mais de 200 exercícios
Livro 11: Lampião e Prestes em busca do reino divino - o dia em que o bandido promovido a homem da lei guerreou com o coronel tornado um fora da lei
Livro 12: Giordano Bruno: a fogueira que incendeia é a mesma que ilumina
Livro 13: Amor e ódio: não esqueçamos de Aylan Kurdi
Livro 14: Pitágoras: tortura, magia e matemática na escola de filosofia que mudou o mundo
Livro 15: Irena Sendler, minha Irena
Livro 16: O juiz, a comédia
Livro 17: A comédia do mundo perfeito
Livro 18: O dia do abutre
Livro 19: A chibata
Livro 20: O inspetor geral, de Nikolai Gogol – accountability pública, fiscalização e controle
Livro 21: A noite mais escura: o hospício de Barbacena, uma Auschwitz no coração do Brasil
XVI – Shakespeare & accountability
Livro 1: Medida por medida, ensaios sobre a corrupção, a administração pública e a distribuição da justiça
Livro 2: Macbeth, de Shakespeare: entre a ambição e a cobiça, o sucesso ou o ocaso de profissionais e organizações
Livro 3: A liderança e a oratória em Shakespeare
Livro 4: Otelo, de Shakespeare: a inveja destroi pessoas, famílias e organizações
Livro 5: Macbeth, de Shakespeare: entre a ambição e a cobiça, o sucesso ou o ocaso de profissionais e organizações
Livro 6: Ética & Governança à luz de Shakespeare
C - PLANEJAMENTO
XVII – Planejamento estratégico e administração
Livro 1: Quasar K+ planejamento estratégico
Livro2: Ouvidoria pública: instrumento de participação e aprofundamento da democracia
Livro 3: Pregão: economia e eficácia na administração pública
Livro 4: Comunicação estratégica: da interlocução às palestras exitosas – como falar bem em ambientes controláveis e em situações de extrema pressão
Livro 5: As máximas do empreendedor
Livro 6: Vivendo e aprendendo a amar segundo Rodoux Faugh
D – OUTROS
XVIII – A pena e o amor como espada
Livro 1: Os anjos esquecidos por Deus – romance
Livro 2: Moving Letters – a arte de escrever bem
Livro 3: Sobre flores e amores – poemas
Livro 4: 300 maneiras corajosas de dizer bom dia
Livro 5: Revolucione amando incondicionalmente
Livro 6: Sobre homens e lobos, o conto
Livro 7. A coroa de mil espinhos - poemas
Sobre o autor
Antônio Carlos dos Santos é escritor e criador das seguintes metodologias:
©Planejamento Estratégico Quasar K+;
©ThM – Theater Movement; e
©Teatro popular de bonecos Mané Beiçudo.
Acompanhe o autor no facebook e nos blogs:
1. Cultura e educação: culturaeducacao.blogspot.com/
2. Teatro popular: teatromanebeicudo.blogspot.com/
3. Planejamento: https://planejamentoestrategicoquasark.blogspot.com/
4. Educação infantil: https://letrinhasgigantes.blogspot.com/
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