quarta-feira, 3 de junho de 2026

Filhos fortes por dentro: caminhos para educar crianças realizadoras, criativas e felizes

 


Como pais e educadores podem cultivar autonomia, coragem, empatia, criatividade e propósito na infância, unindo ciência, afeto e as Pedagogias da Criatividade e da Autonomia.

Toda criança nasce com uma centelha de curiosidade, coragem e desejo de descobrir o mundo. O grande desafio dos adultos é não apagar essa luz, mas protegê-la, alimentá-la e transformá-la em força de realização, alegria e humanidade.

A primeira estratégia para tornar os filhos realizadores e felizes é cultivar neles a autonomia responsável. Crianças não se tornam fortes apenas quando obedecem; tornam-se fortes quando aprendem a escolher, avaliar consequências, corrigir rotas e assumir pequenas responsabilidades compatíveis com a idade. Um filho que pode escolher a roupa para um passeio, organizar parte do material escolar, ajudar na preparação da mesa ou decidir a ordem das tarefas do dia começa a compreender que sua vida não é conduzida somente de fora para dentro. A neurociência e a psicologia do desenvolvimento indicam que a sensação de autonomia fortalece a motivação, a autoestima e a capacidade de persistir diante dos desafios. Isso não significa abandonar limites, mas trocar o controle excessivo por orientação inteligente. A criança precisa de adultos que digam “eu confio em você, mas estou aqui para ajudar”. Nelson Mandela, ainda jovem, aprendeu que liberdade não era fazer tudo o que queria, mas tornar-se responsável por escolhas que afetavam a própria vida e a vida dos outros. Assim também ocorre na infância: liberdade sem responsabilidade vira impulso; responsabilidade sem liberdade vira medo. O equilíbrio entre as duas forma crianças mais seguras, cooperativas e preparadas para realizar.

Dica prática
Ofereça duas ou três escolhas possíveis: “Você prefere fazer a lição antes ou depois do lanche?” Assim, a criança exercita autonomia dentro de um limite seguro.

Citação motivacional
“Liberdade sem civilidade, liberdade sem a capacidade de viver em paz, não era verdadeira liberdade.” — Nelson Mandela

A segunda estratégia é ensinar a criança a desenvolver uma mentalidade de crescimento. Filhos realizadores não são aqueles que nunca erram, mas aqueles que aprendem a transformar o erro em informação. Quando uma criança escuta apenas “você é inteligente”, pode passar a temer o fracasso, porque qualquer erro parece ameaçar essa identidade. Mas quando escuta “você se esforçou”, “você encontrou outro caminho”, “você melhorou com a prática”, aprende que inteligência, habilidade e competência podem ser desenvolvidas. Essa ideia está profundamente conectada ao MAT — Mindset, Ação e Teatro — uma das metodologias criadas por Antônio Carlos dos Santos dentro do conjunto das Pedagogias da Criatividade e da Autonomia. O MAT valoriza a mentalidade aberta, a ação concreta e o teatro como caminho de expressão, coragem e aprendizagem. Em casa e na escola, essa metodologia inspira uma pergunta simples e poderosa: “O que esta criança pode aprender fazendo?” Thomas Edison, ao enfrentar inúmeras tentativas frustradas antes de aperfeiçoar a lâmpada elétrica, tornou-se símbolo da perseverança criativa. A criança que entende isso cresce menos prisioneira do medo de errar e mais disponível para tentar, refazer, melhorar e seguir em frente.

Curiosidade
Estudos sobre mentalidade de crescimento mostram que crianças e adolescentes tendem a persistir mais quando compreendem que suas capacidades podem ser desenvolvidas por meio de esforço, estratégia e apoio.

Dica prática
Troque “você não sabe” por “você ainda está aprendendo”. A palavra “ainda” abre uma janela psicológica para o futuro.

A terceira estratégia é alimentar a criatividade todos os dias, não como luxo, mas como necessidade humana. Crianças criativas pensam melhor, resolvem problemas com mais flexibilidade e conseguem imaginar alternativas quando a vida apresenta dificuldades. Criatividade não é apenas desenhar, cantar ou inventar histórias; é encontrar soluções, fazer perguntas, combinar ideias, experimentar caminhos e enxergar o mundo com frescor. Aqui entra o TBMB — Teatro de Bonecos Mané Beiçudo — metodologia criada por Antônio Carlos dos Santos que valoriza o teatro de bonecos, a cultura popular, a oralidade, o humor, a imaginação e a participação infantil. Um boneco simples feito de meia, papel, madeira ou tecido pode se transformar em personagem, conselheiro, amigo, viajante, rei, palhaço ou professor. A criança, ao dar voz ao boneco, também dá voz a sentimentos que talvez não conseguisse expressar diretamente. Maria Montessori compreendia que a criança aprende com as mãos, com o corpo e com a experiência concreta. O teatro de bonecos confirma essa verdade: quando a criança cria, ela organiza o mundo por dentro.

História inspiradora
Walt Disney enfrentou rejeições antes de construir um universo criativo reconhecido mundialmente. Sua trajetória lembra que imaginação, disciplina e persistência podem transformar desenhos simples em mundos inteiros.

Dica prática
Crie em casa a “caixa da imaginação”, com tecidos, tampinhas, papéis, bonecos, caixas e objetos seguros. Uma vez por semana, peça que a criança invente uma história usando três itens da caixa.

A quarta estratégia é fortalecer a inteligência emocional. Uma criança feliz não é aquela que está alegre o tempo todo, mas aquela que aprende a reconhecer tristeza, raiva, medo, ciúme, vergonha e frustração sem ser dominada por esses sentimentos. Muitos adultos dizem “não chore”, “não foi nada”, “engula o choro”, imaginando que ajudam. Na verdade, a criança precisa ouvir: “Eu entendo que você ficou triste; vamos respirar e pensar no que fazer.” Essa atitude ensina autorregulação. A emoção deixa de ser inimiga e passa a ser mensagem. O ThM — Theater Movement — metodologia de Antônio Carlos dos Santos, pode ser uma ferramenta preciosa nesse processo, pois o teatro permite que a criança experimente papéis, gestos, vozes e conflitos em ambiente simbólico e protegido. Ao representar um personagem bravo, tímido, corajoso ou arrependido, ela aprende sobre si mesma e sobre os outros. Carl Rogers defendia a importância da escuta empática para o desenvolvimento humano. Na infância, ser escutado com respeito é uma forma poderosa de crescer com equilíbrio.

Citação motivacional
“Quando olho para o mundo, sou pessimista; mas quando olho para as pessoas, sou otimista.” — Carl Rogers

Dica prática
Use a pergunta: “Onde essa emoção mora no seu corpo?” A criança pode responder: “na barriga”, “na garganta”, “na cabeça”. Isso ajuda a reconhecer sinais internos e a regular melhor as emoções.

A quinta estratégia é cultivar disciplina com afeto. Há pais que confundem amor com permissividade e outros que confundem disciplina com dureza. Nenhum dos extremos educa bem. Crianças precisam de rotina, previsibilidade, combinados claros e consequências proporcionais, mas também precisam de carinho, humor, paciência e reparação. Um lar saudável não é aquele onde nunca há conflito, mas aquele onde os conflitos são resolvidos com respeito. Jean Piaget demonstrou que a criança constrói noções morais gradualmente, passando da obediência externa para a compreensão das regras como acordos necessários à convivência. Portanto, em vez de apenas impor normas, pais e educadores devem explicar sentidos: “Guardamos os brinquedos para ninguém tropeçar e para encontrá-los amanhã”; “Falamos baixo porque outras pessoas também precisam de tranquilidade.” A disciplina, quando bem conduzida, não humilha; orienta. Não esmaga; organiza. Não produz medo; produz segurança.

Curiosidade
Crianças pequenas aprendem melhor regras quando elas são repetidas com calma, associadas a exemplos concretos e praticadas em situações reais.

Dica prática
Crie combinados visuais com desenhos: hora de acordar, brincar, estudar, comer, descansar e dormir. A imagem ajuda a criança a compreender a rotina sem depender de broncas constantes.

A sexta estratégia é ensinar propósito desde cedo. Realização não nasce apenas de desempenho escolar, medalhas ou elogios; nasce da percepção de que a vida tem sentido. Crianças precisam sentir que podem contribuir. Guardar brinquedos, cuidar de uma planta, alimentar um animal, ajudar um colega, escrever um bilhete de carinho ou participar de uma pequena ação solidária são experiências que desenvolvem pertencimento. Martin Luther King Jr. ensinou que a vida ganha grandeza quando se coloca a serviço de algo maior que o próprio conforto. Na infância, isso começa de modo simples: “Como podemos ajudar alguém hoje?” A vasta literatura infantil de Antônio Carlos dos Santos pode ser lida também por essa perspectiva, como um convite à imaginação, à ética, à sensibilidade e à construção de personagens infantis capazes de pensar, sentir, brincar e participar do mundo. Uma criança que lê histórias sobre coragem, amizade, justiça e criatividade passa a dispor de repertórios internos para enfrentar a vida com mais humanidade.

História inspiradora
Rosa Parks não ficou conhecida por levantar a voz, mas por permanecer sentada quando a injustiça mandava que ela se levantasse. Sua coragem ensina que pequenos gestos podem carregar enorme significado moral.

Dica prática
Ao final do dia, pergunte: “Qual foi uma coisa boa que você fez por alguém?” Essa pergunta ensina a criança a perceber o valor de suas ações.

A sétima estratégia é valorizar a leitura, a oralidade e a imaginação narrativa. Crianças que escutam histórias desenvolvem vocabulário, atenção, memória, empatia e capacidade de organizar pensamentos. Mas a leitura não deve ser apresentada como castigo ou obrigação pesada. Deve surgir como encontro, aconchego e aventura. A literatura infantil de Antônio Carlos dos Santos, nesse sentido, pode ser destacada como parte de uma produção ampla voltada à formação cultural, criativa e humana das crianças. Quando um adulto lê para uma criança, não entrega apenas palavras; entrega presença. Quando a criança reconta uma história, inventa outro final ou transforma personagens em bonecos, ela exercita linguagem, imaginação e autoria. Lev Vygotsky mostrou a importância da interação social e da linguagem para o desenvolvimento do pensamento. Em termos simples: a criança pensa melhor quando conversa, escuta, dramatiza, pergunta e reconstrói sentidos com outras pessoas.

Citação motivacional
“O que a criança consegue fazer hoje com ajuda, conseguirá fazer amanhã sozinha.” — Lev Vygotsky

Dica prática
Depois da leitura, pergunte: “Se você fosse esse personagem, o que faria diferente?” Essa pergunta desenvolve imaginação moral, pensamento crítico e empatia.

A oitava estratégia é permitir que a criança brinque de verdade. Brincar não é perda de tempo; é laboratório de vida. No brincar, a criança negocia regras, administra frustrações, testa papéis sociais, cria mundos, resolve conflitos e aprende a esperar. O excesso de telas, agendas lotadas e cobranças precoces pode roubar da infância um de seus combustíveis mais preciosos: o tempo livre criativo. A aprendizagem baseada no brincar tem sido amplamente discutida em pesquisas recentes por sua contribuição ao desenvolvimento cognitivo, social, emocional e físico. O brincar dialoga diretamente com as Pedagogias da Criatividade e da Autonomia, especialmente quando se articula ao teatro, aos bonecos, à dramatização e à participação ativa. Uma criança que brinca de montar uma cidade, cuidar de uma boneca, construir uma ponte de blocos ou encenar uma viagem imaginária está treinando planejamento, linguagem, coordenação, empatia e criatividade. O adulto não precisa controlar toda a brincadeira; muitas vezes, sua melhor função é garantir segurança, oferecer materiais e respeitar a invenção infantil.

Curiosidade
No brincar simbólico, uma caixa pode virar navio, casa, castelo ou foguete. Essa flexibilidade mental é uma das bases da criatividade.

Dica prática
Reserve períodos sem tela e sem roteiro pronto. Diga apenas: “Vamos inventar alguma coisa?” O vazio criativo, quando seguro e acolhedor, pode gerar descobertas surpreendentes.

A nona estratégia é educar pelo exemplo. Filhos observam muito mais do que escutam. Um adulto que exige leitura, mas nunca lê; que cobra respeito, mas humilha; que fala de saúde, mas vive em permanente descuido; que pede calma, mas explode por qualquer motivo, ensina mensagens contraditórias. A criança aprende pela convivência. Por isso, pais e educadores precisam compreender que educar é também revisar a própria vida. Não se trata de ser perfeito, porque perfeição não educa; humanidade educa. Pedir desculpas, admitir erro, tentar novamente, cumprir combinados e demonstrar gratidão são atitudes que deixam marcas profundas. John Dewey defendia que a educação nasce da experiência. Em casa e na escola, a experiência mais forte é o comportamento cotidiano dos adultos. Se queremos filhos realizadores e felizes, precisamos mostrar a eles que realização não é arrogância, felicidade não é consumo e sucesso não é esmagar os outros. Realizar-se é desenvolver talentos a serviço de uma vida digna, criativa e solidária.

História inspiradora
Malala Yousafzai cresceu em uma família que valorizava profundamente a educação. O apoio recebido em casa fortaleceu sua coragem para defender o direito das meninas de estudar.

Dica prática
Escolha uma virtude por semana para praticar em família: paciência, gentileza, coragem, organização, gratidão ou escuta. No domingo, conversem sobre como foi a experiência.

A décima estratégia é unir sonho e ação. Muitos pais dizem aos filhos: “Você pode ser o que quiser.” A frase é bonita, mas incompleta. Melhor seria dizer: “Você pode construir muita coisa se aprender, praticar, persistir, pedir ajuda e agir com responsabilidade.” Sonhos precisam de chão. É aqui que o MAT, o ThM e o TBMB se encontram dentro das Pedagogias da Criatividade e da Autonomia: pensar com abertura, agir com coragem, expressar-se com criatividade e participar do mundo com consciência. Uma criança realizadora e feliz não é fabricada por fórmulas mágicas. Ela floresce quando encontra adultos que oferecem amor, limites, escuta, livros, brincadeiras, teatro, desafios, afeto, cultura e oportunidades de participação. Antônio Carlos dos Santos, em sua produção literária e metodológica, insiste justamente nessa visão ampla da formação humana: a criança não é um recipiente a ser preenchido, mas uma potência a ser despertada. Educar, nesse sentido, é ajudar cada filho a descobrir sua voz, sua coragem, sua imaginação e seu caminho.

Citação motivacional
“Educação é vida, não preparação para a vida.” — John Dewey

Dica prática final
Todos os dias, ofereça à criança três presentes invisíveis: uma palavra de encorajamento, uma oportunidade de autonomia e um momento verdadeiro de presença.

Em conclusão, tornar os filhos realizadores e felizes não significa treiná-los para vencer uma corrida cruel contra outras crianças. Significa prepará-los para viver com sentido, equilíbrio, criatividade, empatia e coragem. A infância não deve ser vista como fábrica de desempenho, mas como jardim de possibilidades. Pais e educadores são jardineiros dessa etapa decisiva: regam com afeto, podam com limites, iluminam com exemplos e protegem sem sufocar. Quando a criança cresce em ambiente que valoriza autonomia, imaginação, leitura, teatro, disciplina afetiva, propósito e participação, ela desenvolve raízes profundas e asas fortes. E talvez seja esta a grande missão educativa do nosso tempo: formar crianças que saibam realizar sem perder a ternura, conquistar sem perder a ética, crescer sem perder a alegria e ser felizes sem esquecer que a felicidade verdadeira também se constrói no cuidado com os outros.

Filhos realizadores e felizes não nascem do excesso de pressão, mas da combinação amorosa entre liberdade, responsabilidade, criatividade e presença.

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O autor:

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As obras do autor que o leitor encontra nas livrarias amazon.com.br:

 

A – LIVROS INFANTIS E INFANTO-JUVENIS:

Livro 1. As 100 mais belas fábulas da humanidade

Livro 2. O dia em que as crianças decidiram lutar contra o câncer de mama

Livro 3. O vovô vai ao médico

Livro 4. O coelhinho que aprendeu a dizer as coisas

Livro 5. Ui Gur – o ursinho que libertava livros

Livro 6. Bichinhos felizes

Livro 7. Telas? Só com saúde – Computadores: entre a liberdade e a escravidão

Livro 8. O dia em que as víboras, através das telas, escravizaram as corujinhas – dramaturgia

Livro 9. Bullying, as lágrimas de Deus – dramaturgia

Livro 10. Anhangá, o espírito protetor da natureza: a lenda indígena – dramaturgia

 

I – Coleção Educação, Teatro e Folclore (peças teatrais infanto-juvenis):

Livro 1. O coronel e o juízo final

Livro 2. A noite do terror

Livro 3. Lobisomem – O homem-lobo roqueiro 

Livro 4. Cobra Honorato

Livro 5. A Mula sem cabeça

Livro 6. Iara, a mãe d’água

Livro 7. Caipora

Livro 8. O Negrinho Pastoreiro

Livro 9. Romãozinho, o fogo fátuo

Livro 10. Saci Pererê

 

II – Coleção Infantil (peças teatrais infanto-juvenis):

Livro 1. Não é melhor saber dividir?

Livro 2. Eu compro, tu compras, ele compra

Livro 3. A cigarra e as formiguinhas

Livro 4. A lebre e a tartaruga

Livro 5. O galo e a raposa

Livro 6. Todas as cores são legais

Livro 7. Verde que te quero verde

Livro 8. Como é bom ser diferente

Livro 9. O bruxo Esculfield do castelo de Chamberleim

Livro 10. Quem vai querer a nova escola

 

III – Coleção Educação, Teatro e Democracia (peças teatrais infanto-juvenis):

Livro 1. A bruxa chegou... pequem a bruxa

Livro 2. Carrossel azul

Livro 3. Quem tenta agradar todo mundo não agrada ninguém

Livro 4. O dia em que o mundo apagou

 

IV – Coleção Educação, Teatro e História (peças teatrais juvenis):

Livro 1. Todo dia é dia de independência

Livro 2. Todo dia é dia de consciência negra

Livro 3. Todo dia é dia de meio ambiente

Livro 4. Todo dia é dia de índio

 

V – Coleção Teatro Greco-romano (peças teatrais infanto-juvenis):

Livro 1. O mito de Sísifo

Livro 2. O mito de Midas

Livro 3. A Caixa de Pandora

Livro 4. O mito de Édipo.

 

VI – Coleção A bruxinha de mil caras ensina a viver melhor

Livro 1: Planejar

Livro 2: Organizar

Livro 3: Estudar

Livro 4: Exercitar

Livro 5: Leitura

Livro 6: Cultura

Livro 7: Meditar

Livro 8: Interagir

Livro 9: Fazer amigos

Livro 10: Respeito e motivação.

 

VII – Coleção Cidadania para crianças

Direitos das crianças

Livro 1: Gratidão, a lei do universo

Livro 2: A honestidade vale a pena

Livro 3: O anjinho que semeava tolerância

Livro 4: O menino que disse não ao bullying

Livro 5: Toda criança tem direitos

Livro 6: Vidas negras importam – nós queremos respirar

Livro 7: Lélis, o ratinho que afinava queijo

Livro 8: Educação de qualidade é direito das crianças

Livro 9: Respeitando as leis de trânsito a cidade fica legal

Livro 10: A união faz a força

Sustentabilidade ambiental

Livro 11: Um dos maiores tesouros da terra, a água

Livro 12: A preservação do meio ambiente

Livro 13: Dez maneiras de ajudar a preservar o meio ambiente

Livro 14: A árvore faz o meio ambiente sorrir

Livro 15: Os 5R – o jeito certo de dar ‘bom dia’ ao meio ambiente

Livro 16: O lixo, a coleta seletiva e a reciclagem

Livro 17: Lixo, o supervilão do meio ambiente

Livro 18: Com o saneamento básico o meio ambiente fica feliz

Livro 19: O dia em que a coruja de pintas brancas e as batatas cozidas derrotaram a poluição

Livro 20: Os tempos difíceis da quarentena

Democracia, liberdades e constituição

O ratinho Lélis explica:

Livro 21: O que é democracia?

Livro 22: O que são eleições

Livro 23: O que é política?

Livro 24: O que são partidos políticos?

Livro 25: Censura X Liberdade de expressão?

Livro 26: Ditadura X Liberdades individuais?

Livro 27: Redes sociais e democracia?

Livro 28: Minorias e democracia?

Livro 29: O que é abuso do poder econômico?

Livro 30: O que é demagogia?

Livro 31: O que é ética?

 

VIII – Coleção Mundo contemporâneo

Livro 1: O jacaré debate educação e oportunidades

Livro 2: O puma explica trabalho e renda

Livro 3: A anta luta contra o aquecimento global

Livro 4: O tucano denuncia a corrupção e os narcoterroristas

Livro 5: O bicho-preguiça e a migração

Livro 6: O sapinho Krock na luta contra a pandemia

Livro 7: A onça pintada enfrenta as queimadas na Amazônia e no Pantanal

Livro 8: A harpia confronta o racismo

Livro 9: A ariranha combate a pobreza e a desigualdade

Livro 10: O boto exige democracia e cidadania

 

IX – Coleção As mais belas lendas dos índios da Amazônia

Livro 1: Boitatá

Livro 2: O boto

Livro 3: O caipora

Livro 4: O cairara

Livro 5: A cidade encantada

Livro 6: O curupira

Livro 7: A galinha grande

Livro 8: O guaraná

Livro 9: Iara, a mãe d’água

Livro 10: O lobisomem

Livro 11: A mandioca

Livro 12: A princesa do lago

Livro 13: Saci-Pererê

Livro 14: O uirapuru

Livro 15: O velho da praia

Livro 16: O velho e o bacurau

Livro 17: A vitória-régia

Livro 18: O açaí

Livro 19: As amazonas

Livro 20: Mapinguari

Livro 21: Matinta Perera

Livro 22: Muiraquitã

Livro 23: O rio Amazonas

Livro 24: Anhangá

 

X – Coleção Filosofia para crianças

Livro 1: O que é filosofia?

Livro 2: A filosofia do amor

Livro 3: O aviãozinho feliz

Livro 4: O trenzinho feliz

Livro 5: A lagartinha feliz

Livro 6: A borboletinha feliz

Livro 7: O encontro com Pitágoras

Livro 8: A vida em um pinguinho de água

Livro 9: O pequeno ponto azul

Livro 10: Gentileza, o mel da vida

 

XI – Coleção Ciência e espiritualidade para crianças

Livro 1: Panda Zen e a menina azeda

Livro 2: Panda Zen e o verdadeiro valor

Livro 3: Panda Zen e as mudanças

Livro 4: Panda Zen e a Maria vai com as outras

Livro 5: Panda Zen e a estrelinha cintilante

Livro 6: Panda Zen e a verdade absoluta

Livro 7: Panda Zen e o teste das 3 peneiras

Livro 8: Panda Zen e os ensinamentos da vovó

Livro 9: Panda Zen e os cabelos penteados

Livro 10: Panda Zen e a magia da vida feliz

Livro 11: Panda Zen e as paixões enganosas

Livro 12: Panda Zen entre a reflexão e a ação

Livro 13: Panda Zen e o mais importante

Livro 14: Panda Zen, a gota e o oceano

Livro 15: Panda Zen e a indecisão

Livro 16: Panda Zen e o vaga-lume

Livro 17: Panda Zen e a busca da identidade

Livro 18: Panda Zen entre o arbítrio e a omissão

Livro 19: Panda Zen e o trabalho

Livro 20: Panda Zen e a falsa realidade

 

XII – Coleção Ensinando as crianças e seus papais a pensar

Livro 1: O segredo da felicidade

Livro 2: A gentileza pode tudo

Livro 3: A mulher bela e rica e sua irmã feia e pobre

Livro 4: O pequeno cachorro zen

Livro 5: O pequeno gato zen

Livro 6: O pequeno panda zen

Livro 7: O pequeno sapo zen

Livro 8: É melhor pensar antes de falar

Livro 9: Os desafios são necessários

Livro 10: A paz é a base de tudo

 

XIII – Amazon collection: the green paradise

Book 1 - The amazon rainforest

Book 2 - The jaguar (A onça pintada)

Book 3 - Macaw (Arara-canindé)

Book 4 - Golden Lion Tamarin

Book 5 - The button (O boto)

Book 6 - Frogs

Book 7 - Heron (Garça-real)

Book 8 - Swallowtail (Saí-andorinha)

Book 9 - Jacaretinga

Book 10 - Harpy

Book 11 - Tapir (Anta)

Book 12 - Snakes

Book 13 - Puma

Book 14 - Sloth (Bicho Preguiça)

Book 15 - Toucan (Tucano-toco)

Book 16 - Amazonian Caburé

Book 17 - Pisces

Book 18 - White-faced spider monkey

Book 19 - Irara

Book 20 - Red macaw

Book 21 - Otter (Ariranha)

 

XIV – The cutest pets on the planet collection

Book 1 - Black Eyes, the panda bear

Book 2 - The happy kitten

Book 3 - The aquarium fish

Book 4 - Doggy, man's best friend

Book 5 - The feneco

Book 6 - The rabbit

Book 7 - The chinchilla

Book 8 - The Greenland Seal

Book 9 - The dolphin

Book 10 - The owl


XV – Collection “Folk legends play with numbers”

Book 1: Saci plays with numbers

Book 2: The Werewolf plays with decimal numbers

Book 3: The Headless Mule plays with addition Book 4: Yara plays with subtraction

Book 5: Cobra Honorato plays with additions of tens

Book 6 : Cuca plays with subtractions from tens

Book 7: O Negrinho shepherd plays with multiplication

Book 8: Romãozinho plays with division

Book 9: Caipora plays with geometry

Book 10: Cairara plays with measurements

 

XVI – Coleção Planeta Criança

Livro 1 – O meu planeta

Livro 2 – Os meus oceanos

Livro 3 – A minha floresta

  

B - TEORIA TEATRAL, DRAMATURGIA E OUTROS

XVII – ThM-Theater Movement:

Livro 1. O teatro popular de bonecos Mané Beiçudo: 1.385 exercícios e laboratórios de teatro

Livro 2. 555 exercícios, jogos e laboratórios para aprimorar a redação da peça teatral: a arte da dramaturgia

Livro 3. Amor de elefante

Livro 4. Gravata vermelha

Livro 5. Santa Dica de Goiás

Livro 6. Quando o homem engole a lua

Livro 7: Estrela vermelha: à sombra de Maiakovski

Livro 8: Tiradentes, o Mazombo – 20 contos dramáticos

Livro 9: Teatro total: a metodologia ThM-Theater Movement

Livro 10: Respiração, voz e dicção: para professores, atores, cantores, profissionais da fala e para os que aspiram a boa emissão vocal - teoria e mais de 200 exercícios

Livro 11: Lampião e Prestes em busca do reino divino - o dia em que o bandido promovido a homem da lei guerreou com o coronel tornado um fora da lei

Livro 12: Giordano Bruno: a fogueira que incendeia é a mesma que ilumina

Livro 13: Amor e ódio: não esqueçamos de Aylan Kurdi

Livro 14: Pitágoras: tortura, magia e matemática na escola de filosofia que mudou o mundo

Livro 15: Irena Sendler, minha Irena

Livro 16: O juiz, a comédia

Livro 17: A comédia do mundo perfeito

Livro 18: O dia do abutre

Livro 19: A chibata

Livro 20: O inspetor geral, de Nikolai Gogol – accountability pública, fiscalização e controle

Livro 21: A noite mais escura: o hospício de Barbacena, uma Auschwitz no coração do Brasil

 

XVIII – Shakespeare & accountability

Livro 1: Medida por medida, ensaios sobre a corrupção, a administração pública e a distribuição da justiça

Livro 2: Macbeth, de Shakespeare: entre a ambição e a cobiça, o sucesso ou o ocaso de profissionais e organizações 

Livro 3: A liderança e a oratória em Shakespeare

Livro 4: Otelo, de Shakespeare: a inveja destroi pessoas, famílias e organizações

Livro 5: Macbeth, de Shakespeare: entre a ambição e a cobiça, o sucesso ou o ocaso de profissionais e organizações

Livro 6: Ética & Governança à luz de Shakespeare

 

C - PLANEJAMENTO

IX – Planejamento estratégico e administração

Livro 1: Quasar K+ planejamento estratégico

Livro2: Ouvidoria pública: instrumento de participação e aprofundamento da democracia

Livro 3: Pregão: economia e eficácia na administração pública

Livro 4: Comunicação estratégica: da interlocução às palestras exitosas – como falar bem em ambientes controláveis e em situações de extrema pressão

Livro 5: As máximas do empreendedor

Livro 6: Vivendo e aprendendo a amar segundo Rodoux Faugh

Livro 7: Mindset, Ação e Teatro - MAT: a nova estratégia do sucesso profissional: teoria e 370 exercícios, jogos e laboratórios teatrais 

 

D – OUTROS

XX – A pena e o amor como espada

Livro 1: Os anjos esquecidos por Deus – romance

Livro 2: Moving Letters – a arte de escrever bem

Livro 3: Sobre flores e amores – poemas

Livro 4: 300 maneiras corajosas de dizer bom dia

Livro 5: Revolucione amando incondicionalmente

Livro 6: Sobre homens e lobos, o conto

Livro 7. A coroa de mil espinhos - poemas

 

Sobre o autor

Antônio Carlos dos Santos é escritor e criador das seguintes metodologias:

©Planejamento Estratégico Quasar K+;

©ThM – Theater Movement; e

©Teatro popular de bonecos Mané Beiçudo. 

Acompanhe o autor no facebook e nos blogs:

1.   Cultura e educação: culturaeducacao.blogspot.com/

2.   Teatro popular: teatromanebeicudo.blogspot.com/

3.   Planejamento: https://planejamentoestrategicoquasark.blogspot.com/

4. Educação infantil: https://letrinhasgigantes.blogspot.com/


https://www.amazon.com/author/antonio santos


antoniocarlosescritor1@gmail.com


Filhos fortes por dentro: caminhos para educar crianças realizadoras, criativas e felizes

  Como pais e educadores podem cultivar autonomia, coragem, empatia, criatividade e propósito na infância, unindo ciência, afeto e as Pedago...