Como pais e educadores podem cultivar autonomia, coragem, empatia, criatividade e propósito na infância, unindo ciência, afeto e as Pedagogias da Criatividade e da Autonomia.
Toda criança nasce com uma
centelha de curiosidade, coragem e desejo de descobrir o mundo. O grande
desafio dos adultos é não apagar essa luz, mas protegê-la, alimentá-la e
transformá-la em força de realização, alegria e humanidade.
A primeira estratégia para
tornar os filhos realizadores e felizes é cultivar neles a autonomia
responsável. Crianças não se tornam fortes apenas quando obedecem; tornam-se
fortes quando aprendem a escolher, avaliar consequências, corrigir rotas e
assumir pequenas responsabilidades compatíveis com a idade. Um filho que pode
escolher a roupa para um passeio, organizar parte do material escolar, ajudar
na preparação da mesa ou decidir a ordem das tarefas do dia começa a
compreender que sua vida não é conduzida somente de fora para dentro. A
neurociência e a psicologia do desenvolvimento indicam que a sensação de
autonomia fortalece a motivação, a autoestima e a capacidade de persistir
diante dos desafios. Isso não significa abandonar limites, mas trocar o controle
excessivo por orientação inteligente. A criança precisa de adultos que digam
“eu confio em você, mas estou aqui para ajudar”. Nelson Mandela, ainda jovem,
aprendeu que liberdade não era fazer tudo o que queria, mas tornar-se
responsável por escolhas que afetavam a própria vida e a vida dos outros. Assim
também ocorre na infância: liberdade sem responsabilidade vira impulso;
responsabilidade sem liberdade vira medo. O equilíbrio entre as duas forma
crianças mais seguras, cooperativas e preparadas para realizar.
▣ Dica
prática
Ofereça duas ou três escolhas possíveis: “Você prefere fazer a lição antes ou
depois do lanche?” Assim, a criança exercita autonomia dentro de um limite
seguro.
▣ Citação
motivacional
“Liberdade sem civilidade, liberdade sem a capacidade de viver em paz, não era
verdadeira liberdade.” — Nelson Mandela
A segunda estratégia é
ensinar a criança a desenvolver uma mentalidade de crescimento. Filhos
realizadores não são aqueles que nunca erram, mas aqueles que aprendem a
transformar o erro em informação. Quando uma criança escuta apenas “você é
inteligente”, pode passar a temer o fracasso, porque qualquer erro parece
ameaçar essa identidade. Mas quando escuta “você se esforçou”, “você encontrou
outro caminho”, “você melhorou com a prática”, aprende que inteligência,
habilidade e competência podem ser desenvolvidas. Essa ideia está profundamente
conectada ao MAT — Mindset, Ação e Teatro — uma das metodologias criadas por
Antônio Carlos dos Santos dentro do conjunto das Pedagogias da Criatividade e
da Autonomia. O MAT valoriza a mentalidade aberta, a ação concreta e o teatro
como caminho de expressão, coragem e aprendizagem. Em casa e na escola, essa
metodologia inspira uma pergunta simples e poderosa: “O que esta criança pode
aprender fazendo?” Thomas Edison, ao enfrentar inúmeras tentativas frustradas
antes de aperfeiçoar a lâmpada elétrica, tornou-se símbolo da perseverança
criativa. A criança que entende isso cresce menos prisioneira do medo de errar
e mais disponível para tentar, refazer, melhorar e seguir em frente.
▣ Curiosidade
Estudos sobre mentalidade de crescimento mostram que crianças e adolescentes
tendem a persistir mais quando compreendem que suas capacidades podem ser
desenvolvidas por meio de esforço, estratégia e apoio.
▣ Dica
prática
Troque “você não sabe” por “você ainda está aprendendo”. A palavra “ainda” abre
uma janela psicológica para o futuro.
A terceira estratégia é
alimentar a criatividade todos os dias, não como luxo, mas como necessidade
humana. Crianças criativas pensam melhor, resolvem problemas com mais
flexibilidade e conseguem imaginar alternativas quando a vida apresenta
dificuldades. Criatividade não é apenas desenhar, cantar ou inventar histórias;
é encontrar soluções, fazer perguntas, combinar ideias, experimentar caminhos e
enxergar o mundo com frescor. Aqui entra o TBMB — Teatro de Bonecos Mané
Beiçudo — metodologia criada por Antônio Carlos dos Santos que valoriza o
teatro de bonecos, a cultura popular, a oralidade, o humor, a imaginação e a
participação infantil. Um boneco simples feito de meia, papel, madeira ou
tecido pode se transformar em personagem, conselheiro, amigo, viajante, rei,
palhaço ou professor. A criança, ao dar voz ao boneco, também dá voz a
sentimentos que talvez não conseguisse expressar diretamente. Maria Montessori
compreendia que a criança aprende com as mãos, com o corpo e com a experiência
concreta. O teatro de bonecos confirma essa verdade: quando a criança cria, ela
organiza o mundo por dentro.
▣ História
inspiradora
Walt Disney enfrentou rejeições antes de construir um universo criativo
reconhecido mundialmente. Sua trajetória lembra que imaginação, disciplina e
persistência podem transformar desenhos simples em mundos inteiros.
▣ Dica
prática
Crie em casa a “caixa da imaginação”, com tecidos, tampinhas, papéis, bonecos,
caixas e objetos seguros. Uma vez por semana, peça que a criança invente uma
história usando três itens da caixa.
A quarta estratégia é
fortalecer a inteligência emocional. Uma criança feliz não é aquela que está
alegre o tempo todo, mas aquela que aprende a reconhecer tristeza, raiva, medo,
ciúme, vergonha e frustração sem ser dominada por esses sentimentos. Muitos
adultos dizem “não chore”, “não foi nada”, “engula o choro”, imaginando que
ajudam. Na verdade, a criança precisa ouvir: “Eu entendo que você ficou triste;
vamos respirar e pensar no que fazer.” Essa atitude ensina autorregulação. A
emoção deixa de ser inimiga e passa a ser mensagem. O ThM — Theater Movement —
metodologia de Antônio Carlos dos Santos, pode ser uma ferramenta preciosa
nesse processo, pois o teatro permite que a criança experimente papéis, gestos,
vozes e conflitos em ambiente simbólico e protegido. Ao representar um
personagem bravo, tímido, corajoso ou arrependido, ela aprende sobre si mesma e
sobre os outros. Carl Rogers defendia a importância da escuta empática para o
desenvolvimento humano. Na infância, ser escutado com respeito é uma forma
poderosa de crescer com equilíbrio.
▣ Citação
motivacional
“Quando olho para o mundo, sou pessimista; mas quando olho para as pessoas, sou
otimista.” — Carl Rogers
▣ Dica
prática
Use a pergunta: “Onde essa emoção mora no seu corpo?” A criança pode responder:
“na barriga”, “na garganta”, “na cabeça”. Isso ajuda a reconhecer sinais
internos e a regular melhor as emoções.
A quinta estratégia é
cultivar disciplina com afeto. Há pais que confundem amor com permissividade e
outros que confundem disciplina com dureza. Nenhum dos extremos educa bem.
Crianças precisam de rotina, previsibilidade, combinados claros e consequências
proporcionais, mas também precisam de carinho, humor, paciência e reparação. Um
lar saudável não é aquele onde nunca há conflito, mas aquele onde os conflitos
são resolvidos com respeito. Jean Piaget demonstrou que a criança constrói
noções morais gradualmente, passando da obediência externa para a compreensão
das regras como acordos necessários à convivência. Portanto, em vez de apenas
impor normas, pais e educadores devem explicar sentidos: “Guardamos os
brinquedos para ninguém tropeçar e para encontrá-los amanhã”; “Falamos baixo
porque outras pessoas também precisam de tranquilidade.” A disciplina, quando
bem conduzida, não humilha; orienta. Não esmaga; organiza. Não produz medo;
produz segurança.
▣ Curiosidade
Crianças pequenas aprendem melhor regras quando elas são repetidas com calma,
associadas a exemplos concretos e praticadas em situações reais.
▣ Dica
prática
Crie combinados visuais com desenhos: hora de acordar, brincar, estudar, comer,
descansar e dormir. A imagem ajuda a criança a compreender a rotina sem
depender de broncas constantes.
A sexta estratégia é ensinar
propósito desde cedo. Realização não nasce apenas de desempenho escolar,
medalhas ou elogios; nasce da percepção de que a vida tem sentido. Crianças
precisam sentir que podem contribuir. Guardar brinquedos, cuidar de uma planta,
alimentar um animal, ajudar um colega, escrever um bilhete de carinho ou
participar de uma pequena ação solidária são experiências que desenvolvem
pertencimento. Martin Luther King Jr. ensinou que a vida ganha grandeza quando
se coloca a serviço de algo maior que o próprio conforto. Na infância, isso
começa de modo simples: “Como podemos ajudar alguém hoje?” A vasta literatura
infantil de Antônio Carlos dos Santos pode ser lida também por essa
perspectiva, como um convite à imaginação, à ética, à sensibilidade e à
construção de personagens infantis capazes de pensar, sentir, brincar e
participar do mundo. Uma criança que lê histórias sobre coragem, amizade,
justiça e criatividade passa a dispor de repertórios internos para enfrentar a
vida com mais humanidade.
▣ História
inspiradora
Rosa Parks não ficou conhecida por levantar a voz, mas por permanecer sentada
quando a injustiça mandava que ela se levantasse. Sua coragem ensina que
pequenos gestos podem carregar enorme significado moral.
▣ Dica
prática
Ao final do dia, pergunte: “Qual foi uma coisa boa que você fez por alguém?”
Essa pergunta ensina a criança a perceber o valor de suas ações.
A sétima estratégia é
valorizar a leitura, a oralidade e a imaginação narrativa. Crianças que escutam
histórias desenvolvem vocabulário, atenção, memória, empatia e capacidade de
organizar pensamentos. Mas a leitura não deve ser apresentada como castigo ou
obrigação pesada. Deve surgir como encontro, aconchego e aventura. A literatura
infantil de Antônio Carlos dos Santos, nesse sentido, pode ser destacada como
parte de uma produção ampla voltada à formação cultural, criativa e humana das
crianças. Quando um adulto lê para uma criança, não entrega apenas palavras;
entrega presença. Quando a criança reconta uma história, inventa outro final ou
transforma personagens em bonecos, ela exercita linguagem, imaginação e
autoria. Lev Vygotsky mostrou a importância da interação social e da linguagem
para o desenvolvimento do pensamento. Em termos simples: a criança pensa melhor
quando conversa, escuta, dramatiza, pergunta e reconstrói sentidos com outras
pessoas.
▣ Citação
motivacional
“O que a criança consegue fazer hoje com ajuda, conseguirá fazer amanhã
sozinha.” — Lev Vygotsky
▣ Dica
prática
Depois da leitura, pergunte: “Se você fosse esse personagem, o que faria
diferente?” Essa pergunta desenvolve imaginação moral, pensamento crítico e
empatia.
A oitava estratégia é
permitir que a criança brinque de verdade. Brincar não é perda de tempo; é
laboratório de vida. No brincar, a criança negocia regras, administra
frustrações, testa papéis sociais, cria mundos, resolve conflitos e aprende a
esperar. O excesso de telas, agendas lotadas e cobranças precoces pode roubar
da infância um de seus combustíveis mais preciosos: o tempo livre criativo. A
aprendizagem baseada no brincar tem sido amplamente discutida em pesquisas
recentes por sua contribuição ao desenvolvimento cognitivo, social, emocional e
físico. O brincar dialoga diretamente com as Pedagogias da Criatividade e da
Autonomia, especialmente quando se articula ao teatro, aos bonecos, à
dramatização e à participação ativa. Uma criança que brinca de montar uma
cidade, cuidar de uma boneca, construir uma ponte de blocos ou encenar uma
viagem imaginária está treinando planejamento, linguagem, coordenação, empatia
e criatividade. O adulto não precisa controlar toda a brincadeira; muitas
vezes, sua melhor função é garantir segurança, oferecer materiais e respeitar a
invenção infantil.
▣ Curiosidade
No brincar simbólico, uma caixa pode virar navio, casa, castelo ou foguete.
Essa flexibilidade mental é uma das bases da criatividade.
▣ Dica
prática
Reserve períodos sem tela e sem roteiro pronto. Diga apenas: “Vamos inventar
alguma coisa?” O vazio criativo, quando seguro e acolhedor, pode gerar
descobertas surpreendentes.
A nona estratégia é educar
pelo exemplo. Filhos observam muito mais do que escutam. Um adulto que exige
leitura, mas nunca lê; que cobra respeito, mas humilha; que fala de saúde, mas
vive em permanente descuido; que pede calma, mas explode por qualquer motivo,
ensina mensagens contraditórias. A criança aprende pela convivência. Por isso,
pais e educadores precisam compreender que educar é também revisar a própria
vida. Não se trata de ser perfeito, porque perfeição não educa; humanidade
educa. Pedir desculpas, admitir erro, tentar novamente, cumprir combinados e
demonstrar gratidão são atitudes que deixam marcas profundas. John Dewey
defendia que a educação nasce da experiência. Em casa e na escola, a
experiência mais forte é o comportamento cotidiano dos adultos. Se queremos
filhos realizadores e felizes, precisamos mostrar a eles que realização não é
arrogância, felicidade não é consumo e sucesso não é esmagar os outros.
Realizar-se é desenvolver talentos a serviço de uma vida digna, criativa e
solidária.
▣ História
inspiradora
Malala Yousafzai cresceu em uma família que valorizava profundamente a
educação. O apoio recebido em casa fortaleceu sua coragem para defender o
direito das meninas de estudar.
▣ Dica
prática
Escolha uma virtude por semana para praticar em família: paciência, gentileza,
coragem, organização, gratidão ou escuta. No domingo, conversem sobre como foi
a experiência.
A décima estratégia é unir
sonho e ação. Muitos pais dizem aos filhos: “Você pode ser o que quiser.” A
frase é bonita, mas incompleta. Melhor seria dizer: “Você pode construir muita
coisa se aprender, praticar, persistir, pedir ajuda e agir com responsabilidade.”
Sonhos precisam de chão. É aqui que o MAT, o ThM e o TBMB se encontram dentro
das Pedagogias da Criatividade e da Autonomia: pensar com abertura, agir com
coragem, expressar-se com criatividade e participar do mundo com consciência.
Uma criança realizadora e feliz não é fabricada por fórmulas mágicas. Ela
floresce quando encontra adultos que oferecem amor, limites, escuta, livros,
brincadeiras, teatro, desafios, afeto, cultura e oportunidades de participação.
Antônio Carlos dos Santos, em sua produção literária e metodológica, insiste
justamente nessa visão ampla da formação humana: a criança não é um recipiente
a ser preenchido, mas uma potência a ser despertada. Educar, nesse sentido, é
ajudar cada filho a descobrir sua voz, sua coragem, sua imaginação e seu
caminho.
▣ Citação
motivacional
“Educação é vida, não preparação para a vida.” — John Dewey
▣ Dica
prática final
Todos os dias, ofereça à criança três presentes invisíveis: uma palavra de
encorajamento, uma oportunidade de autonomia e um momento verdadeiro de
presença.
Em conclusão, tornar os
filhos realizadores e felizes não significa treiná-los para vencer uma corrida
cruel contra outras crianças. Significa prepará-los para viver com sentido,
equilíbrio, criatividade, empatia e coragem. A infância não deve ser vista como
fábrica de desempenho, mas como jardim de possibilidades. Pais e educadores são
jardineiros dessa etapa decisiva: regam com afeto, podam com limites, iluminam
com exemplos e protegem sem sufocar. Quando a criança cresce em ambiente que
valoriza autonomia, imaginação, leitura, teatro, disciplina afetiva, propósito
e participação, ela desenvolve raízes profundas e asas fortes. E talvez seja
esta a grande missão educativa do nosso tempo: formar crianças que saibam
realizar sem perder a ternura, conquistar sem perder a ética, crescer sem
perder a alegria e ser felizes sem esquecer que a felicidade verdadeira também
se constrói no cuidado com os outros.
Filhos realizadores e
felizes não nascem do excesso de pressão, mas da combinação amorosa entre
liberdade, responsabilidade, criatividade e presença.
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A – LIVROS INFANTIS E INFANTO-JUVENIS:
Livro 1. As 100 mais belas fábulas da humanidade
Livro 2. O dia em que as crianças decidiram lutar contra o câncer de mama
Livro 3. O vovô vai ao médico
Livro 4. O coelhinho que aprendeu a dizer as coisas
Livro 5. Ui Gur – o ursinho que libertava livros
Livro 6. Bichinhos felizes
Livro 7. Telas? Só com saúde – Computadores: entre a liberdade e a escravidão
Livro 8. O dia em que as víboras, através das telas, escravizaram as corujinhas – dramaturgia
Livro 9. Bullying, as lágrimas de Deus – dramaturgia
Livro 10. Anhangá, o espírito protetor da natureza: a lenda indígena – dramaturgia
I – Coleção Educação, Teatro e Folclore (peças teatrais infanto-juvenis):
Livro 1. O coronel e o juízo final
Livro 2. A noite do terror
Livro 3. Lobisomem – O homem-lobo roqueiro
Livro 4. Cobra Honorato
Livro 5. A Mula sem cabeça
Livro 6. Iara, a mãe d’água
Livro 7. Caipora
Livro 8. O Negrinho Pastoreiro
Livro 9. Romãozinho, o fogo fátuo
Livro 10. Saci Pererê
II – Coleção Infantil (peças teatrais infanto-juvenis):
Livro 1. Não é melhor saber dividir?
Livro 2. Eu compro, tu compras, ele compra
Livro 3. A cigarra e as formiguinhas
Livro 4. A lebre e a tartaruga
Livro 5. O galo e a raposa
Livro 6. Todas as cores são legais
Livro 7. Verde que te quero verde
Livro 8. Como é bom ser diferente
Livro 9. O bruxo Esculfield do castelo de Chamberleim
Livro 10. Quem vai querer a nova escola
III – Coleção Educação, Teatro e Democracia (peças teatrais infanto-juvenis):
Livro 1. A bruxa chegou... pequem a bruxa
Livro 2. Carrossel azul
Livro 3. Quem tenta agradar todo mundo não agrada ninguém
Livro 4. O dia em que o mundo apagou
IV – Coleção Educação, Teatro e História (peças teatrais juvenis):
Livro 1. Todo dia é dia de independência
Livro 2. Todo dia é dia de consciência negra
Livro 3. Todo dia é dia de meio ambiente
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V – Coleção Teatro Greco-romano (peças teatrais infanto-juvenis):
Livro 1. O mito de Sísifo
Livro 2. O mito de Midas
Livro 3. A Caixa de Pandora
Livro 4. O mito de Édipo.
VI – Coleção A bruxinha de mil caras ensina a viver melhor
Livro 1: Planejar
Livro 2: Organizar
Livro 3: Estudar
Livro 4: Exercitar
Livro 5: Leitura
Livro 6: Cultura
Livro 7: Meditar
Livro 8: Interagir
Livro 9: Fazer amigos
Livro 10: Respeito e motivação.
VII – Coleção Cidadania para crianças
Direitos das crianças
Livro 1: Gratidão, a lei do universo
Livro 2: A honestidade vale a pena
Livro 3: O anjinho que semeava tolerância
Livro 4: O menino que disse não ao bullying
Livro 5: Toda criança tem direitos
Livro 6: Vidas negras importam – nós queremos respirar
Livro 7: Lélis, o ratinho que afinava queijo
Livro 8: Educação de qualidade é direito das crianças
Livro 9: Respeitando as leis de trânsito a cidade fica legal
Livro 10: A união faz a força
Sustentabilidade ambiental
Livro 11: Um dos maiores tesouros da terra, a água
Livro 12: A preservação do meio ambiente
Livro 13: Dez maneiras de ajudar a preservar o meio ambiente
Livro 14: A árvore faz o meio ambiente sorrir
Livro 15: Os 5R – o jeito certo de dar ‘bom dia’ ao meio ambiente
Livro 16: O lixo, a coleta seletiva e a reciclagem
Livro 17: Lixo, o supervilão do meio ambiente
Livro 18: Com o saneamento básico o meio ambiente fica feliz
Livro 19: O dia em que a coruja de pintas brancas e as batatas cozidas derrotaram a poluição
Livro 20: Os tempos difíceis da quarentena
Democracia, liberdades e constituição
O ratinho Lélis explica:
Livro 21: O que é democracia?
Livro 22: O que são eleições
Livro 23: O que é política?
Livro 24: O que são partidos políticos?
Livro 25: Censura X Liberdade de expressão?
Livro 26: Ditadura X Liberdades individuais?
Livro 27: Redes sociais e democracia?
Livro 28: Minorias e democracia?
Livro 29: O que é abuso do poder econômico?
Livro 30: O que é demagogia?
Livro 31: O que é ética?
VIII – Coleção Mundo contemporâneo
Livro 1: O jacaré debate educação e oportunidades
Livro 2: O puma explica trabalho e renda
Livro 3: A anta luta contra o aquecimento global
Livro 4: O tucano denuncia a corrupção e os narcoterroristas
Livro 5: O bicho-preguiça e a migração
Livro 6: O sapinho Krock na luta contra a pandemia
Livro 7: A onça pintada enfrenta as queimadas na Amazônia e no Pantanal
Livro 8: A harpia confronta o racismo
Livro 9: A ariranha combate a pobreza e a desigualdade
Livro 10: O boto exige democracia e cidadania
IX – Coleção As mais belas lendas dos índios da Amazônia
Livro 1: Boitatá
Livro 2: O boto
Livro 3: O caipora
Livro 4: O cairara
Livro 5: A cidade encantada
Livro 6: O curupira
Livro 7: A galinha grande
Livro 8: O guaraná
Livro 9: Iara, a mãe d’água
Livro 10: O lobisomem
Livro 11: A mandioca
Livro 12: A princesa do lago
Livro 13: Saci-Pererê
Livro 14: O uirapuru
Livro 15: O velho da praia
Livro 16: O velho e o bacurau
Livro 17: A vitória-régia
Livro 18: O açaí
Livro 19: As amazonas
Livro 20: Mapinguari
Livro 21: Matinta Perera
Livro 22: Muiraquitã
Livro 23: O rio Amazonas
Livro 24: Anhangá
X – Coleção Filosofia para crianças
Livro 1: O que é filosofia?
Livro 2: A filosofia do amor
Livro 3: O aviãozinho feliz
Livro 4: O trenzinho feliz
Livro 5: A lagartinha feliz
Livro 6: A borboletinha feliz
Livro 7: O encontro com Pitágoras
Livro 8: A vida em um pinguinho de água
Livro 9: O pequeno ponto azul
Livro 10: Gentileza, o mel da vida
XI – Coleção Ciência e espiritualidade para crianças
Livro 1: Panda Zen e a menina azeda
Livro 2: Panda Zen e o verdadeiro valor
Livro 3: Panda Zen e as mudanças
Livro 4: Panda Zen e a Maria vai com as outras
Livro 5: Panda Zen e a estrelinha cintilante
Livro 6: Panda Zen e a verdade absoluta
Livro 7: Panda Zen e o teste das 3 peneiras
Livro 8: Panda Zen e os ensinamentos da vovó
Livro 9: Panda Zen e os cabelos penteados
Livro 10: Panda Zen e a magia da vida feliz
Livro 11: Panda Zen e as paixões enganosas
Livro 12: Panda Zen entre a reflexão e a ação
Livro 13: Panda Zen e o mais importante
Livro 14: Panda Zen, a gota e o oceano
Livro 15: Panda Zen e a indecisão
Livro 16: Panda Zen e o vaga-lume
Livro 17: Panda Zen e a busca da identidade
Livro 18: Panda Zen entre o arbítrio e a omissão
Livro 19: Panda Zen e o trabalho
Livro 20: Panda Zen e a falsa realidade
XII – Coleção Ensinando as crianças e seus papais a pensar
Livro 1: O segredo da felicidade
Livro 2: A gentileza pode tudo
Livro 3: A mulher bela e rica e sua irmã feia e pobre
Livro 4: O pequeno cachorro zen
Livro 5: O pequeno gato zen
Livro 6: O pequeno panda zen
Livro 7: O pequeno sapo zen
Livro 8: É melhor pensar antes de falar
Livro 9: Os desafios são necessários
Livro 10: A paz é a base de tudo
XIII – Amazon collection: the green paradise
Book 1 - The amazon rainforest
Book 2 - The jaguar (A onça pintada)
Book 3 - Macaw (Arara-canindé)
Book 4 - Golden Lion Tamarin
Book 5 - The button (O boto)
Book 6 - Frogs
Book 7 - Heron (Garça-real)
Book 8 - Swallowtail (Saí-andorinha)
Book 9 - Jacaretinga
Book 10 - Harpy
Book 11 - Tapir (Anta)
Book 12 - Snakes
Book 13 - Puma
Book 14 - Sloth (Bicho Preguiça)
Book 15 - Toucan (Tucano-toco)
Book 16 - Amazonian Caburé
Book 17 - Pisces
Book 18 - White-faced spider monkey
Book 19 - Irara
Book 20 - Red macaw
Book 21 - Otter (Ariranha)
XIV – The cutest pets on the planet collection
Book 1 - Black Eyes, the panda bear
Book 2 - The happy kitten
Book 3 - The aquarium fish
Book 4 - Doggy, man's best friend
Book 5 - The feneco
Book 6 - The rabbit
Book 7 - The chinchilla
Book 8 - The Greenland Seal
Book 9 - The dolphin
Book 10 - The owl
XV – Collection “Folk legends play with numbers”
Book 1: Saci plays with numbers
Book 2: The Werewolf plays with decimal numbers
Book 3: The Headless Mule plays with addition Book 4: Yara plays with subtraction
Book 5: Cobra Honorato plays with additions of tens
Book 6 : Cuca plays with subtractions from tens
Book 7: O Negrinho shepherd plays with multiplication
Book 8: Romãozinho plays with division
Book 9: Caipora plays with geometry
Book 10: Cairara plays with measurements
XVI – Coleção Planeta Criança
Livro 1 – O meu planeta
Livro 2 – Os meus oceanos
Livro 3 – A minha floresta
B - TEORIA TEATRAL, DRAMATURGIA E OUTROS
XVII – ThM-Theater Movement:
Livro 1. O teatro popular de bonecos Mané Beiçudo: 1.385 exercícios e laboratórios de teatro
Livro 2. 555 exercícios, jogos e laboratórios para aprimorar a redação da peça teatral: a arte da dramaturgia
Livro 3. Amor de elefante
Livro 4. Gravata vermelha
Livro 5. Santa Dica de Goiás
Livro 6. Quando o homem engole a lua
Livro 7: Estrela vermelha: à sombra de Maiakovski
Livro 8: Tiradentes, o Mazombo – 20 contos dramáticos
Livro 9: Teatro total: a metodologia ThM-Theater Movement
Livro 10: Respiração, voz e dicção: para professores, atores, cantores, profissionais da fala e para os que aspiram a boa emissão vocal - teoria e mais de 200 exercícios
Livro 11: Lampião e Prestes em busca do reino divino - o dia em que o bandido promovido a homem da lei guerreou com o coronel tornado um fora da lei
Livro 12: Giordano Bruno: a fogueira que incendeia é a mesma que ilumina
Livro 13: Amor e ódio: não esqueçamos de Aylan Kurdi
Livro 14: Pitágoras: tortura, magia e matemática na escola de filosofia que mudou o mundo
Livro 15: Irena Sendler, minha Irena
Livro 16: O juiz, a comédia
Livro 17: A comédia do mundo perfeito
Livro 18: O dia do abutre
Livro 19: A chibata
Livro 20: O inspetor geral, de Nikolai Gogol – accountability pública, fiscalização e controle
Livro 21: A noite mais escura: o hospício de Barbacena, uma Auschwitz no coração do Brasil
XVIII – Shakespeare & accountability
Livro 1: Medida por medida, ensaios sobre a corrupção, a administração pública e a distribuição da justiça
Livro 2: Macbeth, de Shakespeare: entre a ambição e a cobiça, o sucesso ou o ocaso de profissionais e organizações
Livro 3: A liderança e a oratória em Shakespeare
Livro 4: Otelo, de Shakespeare: a inveja destroi pessoas, famílias e organizações
Livro 5: Macbeth, de Shakespeare: entre a ambição e a cobiça, o sucesso ou o ocaso de profissionais e organizações
Livro 6: Ética & Governança à luz de Shakespeare
C - PLANEJAMENTO
IX – Planejamento estratégico e administração
Livro 1: Quasar K+ planejamento estratégico
Livro2: Ouvidoria pública: instrumento de participação e aprofundamento da democracia
Livro 3: Pregão: economia e eficácia na administração pública
Livro 4: Comunicação estratégica: da interlocução às palestras exitosas – como falar bem em ambientes controláveis e em situações de extrema pressão
Livro 5: As máximas do empreendedor
Livro 6: Vivendo e aprendendo a amar segundo Rodoux Faugh
Livro 7: Mindset, Ação e Teatro - MAT: a nova estratégia do sucesso profissional: teoria e 370 exercícios, jogos e laboratórios teatrais
D – OUTROS
XX – A pena e o amor como espada
Livro 1: Os anjos esquecidos por Deus – romance
Livro 2: Moving Letters – a arte de escrever bem
Livro 3: Sobre flores e amores – poemas
Livro 4: 300 maneiras corajosas de dizer bom dia
Livro 5: Revolucione amando incondicionalmente
Livro 6: Sobre homens e lobos, o conto
Livro 7. A coroa de mil espinhos - poemas
Sobre o autor
Antônio Carlos dos Santos é escritor e criador das seguintes metodologias:
©Planejamento Estratégico Quasar K+;
©ThM – Theater Movement; e
©Teatro popular de bonecos Mané Beiçudo.
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